Uma pesquisa on-line com adultos que perderam cabelo durante a quimioterapia reuniu relatos de orientação ausente ou irregular, custos e dificuldades práticas. Por ser uma amostra voluntária e qualitativa, os resultados descrevem experiências relatadas, não a realidade de todos os pacientes.
Um ensaio randomizado, duplo-cego e com esquema double-dummy comparou minoxidil oral em baixa dose com minoxidil tópico em adultos com alopecia androgenética. Os avaliadores dermatológicos não encontraram diferença significativa entre os grupos, e os perfis de efeitos adversos foram distintos. O estudo não foi desenhado para provar equivalência, então os resultados indicam desfechos observados comparáveis, não equivalência terapêutica.
Uma revisão publicada no acervo recente compara as causas e o tratamento da alopecia não cicatricial em pessoas, cães e gatos. Conclui que terapias humanas não podem ser transferidas diretamente aos animais e que faltam estudos veterinários específicos.
Uma revisão discute como nanopartículas à base de lipídeos poderiam levar medicamentos de forma mais eficiente ao couro cabeludo e aos folículos capilares. Os autores veem potencial, mas apontam obstáculos de estabilidade, produção, segurança e regulação, além da necessidade de mais validação pré-clínica e clínica.
Uma revisão narrativa já publicada reuniu o que se sabe sobre a alopecia areata: fatores imunológicos, genéticos e ambientais, tratamentos usuais e opções emergentes. Os autores destacam que as recaídas são comuns e que o impacto emocional também precisa de atenção. Trata-se de uma análise de acervo, não de uma descoberta recente.
Estudo retrospectivo com mulheres com queda de cabelo de padrão feminino que tiveram bom resultado com transplante ou micropigmentação do couro cabeludo indicou que a densidade de fios na linha de repartição foi o fator mais importante na escolha entre os dois tratamentos.
Esta análise de acervo reuniu o que uma revisão descreveu sobre a queda de cabelo de padrão feminino: o quadro clínico, mecanismos propostos e a genética. Os autores indicaram que os fatores genéticos do padrão masculino não explicam o feminino, e que o papel dos genes ainda era incerto.
Uma revisão narrativa reuniu estudos sobre acupuntura e moxabustão em diferentes tipos de alopecia. Os autores relatam benefícios em todos os estudos, mas a base é pequena, heterogênea e quase sempre combina acupuntura com outras terapias, o que dificulta atribuir a melhora à acupuntura isolada.
Em uma análise de acervo, uma revisão da literatura reuniu estudos sobre plasma rico em plaquetas (PRP) em mulheres com alopecia androgenética. Os autores consideraram o procedimento bem tolerado e com resultados promissores em populações masculinas e mistas, mas apontaram que poucos estudos focaram em mulheres.
Análise de acervo de uma revisão sobre o tema: o resfriamento do couro cabeludo foi apresentado como estratégia eficaz e segura para prevenir a alopecia da quimioterapia, mas o sucesso varia conforme o esquema de tratamento e há restrições de uso.
Revisão científicaLeitura geral · Ler matéria ↗
NA SUA CAIXA DE ENTRADA
Conhecimento que vale acompanhar.
Receba o boletim semanal com as notícias publicadas. Sem promessas, sem excesso.